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Redundância é a repetição de coisas obvias. Como se uma pessoa contasse a mesma história diversas vezes.  Não mudasse o discurso.
Ou então fizesse um discurso muito longo, usando termos que poderia ser evitado.

A consequência disso é que a mensagem fica sobrecarregada.

Vejamos alguns exemplos:

• Acabamento final – se é acabamento, pressupõe-se que seja final.
• Adiar para depois – só se pode adiar alguma coisa para o futuro.
• Outra alternativa – alternativa é sempre outra.
• Ambos os dois – embora correta, essa forma deve ser evitada visto que ambos já significa dois.
• Preço caro – caro já significa de preço elevado.
• Conclusão final – uma conclusão só pode ser final.
• Continuar ainda – continuar já encerra a ideia de ainda.
• Conviver junto – conviver já encerra a ideia de companhia.
• Eis aqui – eis já significa está aqui.
• Elo de ligação – elo já quer dizer ligação.
• Encarar de frente – encarar já significa olhar de frente.
• Já … mais – redundância, como na frase Pedro já não é mais o dono da loja. Prefira Pedro já não é dono da loja.
• Manter o mesmo – quem mantém já mantém a mesma coisa.
• Mas … no entanto – redundância se usados na mesma frase: Saiu cedo, mas não conseguiu «no entanto»
chegar na hora. Use: saiu cedo,  mas não conseguiu chegar na hora.
• Monopólio exclusivo – monopólio já pressupõe exclusividade
• Quantia de dinheiro – quantia é sempre de dinheiro.
• Receber das mãos – Use receber, apenas. Ele recebeu o documento do presidente.
• Regra geral – regra já é uma generalização.
• Repetir de novo – repetir já significa fazer de novo.
• Safra agrícola – toda safra é agrícola, a menos que em sentido figurado, como em safra de livros.
• Seu próprio – seu e próprio têm o mesmo significado.
• Sua autobiografia – o prefixo auto já encerra a ideia de seu / próprio.